segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O vento,
A chuva,
O frio,
Portas rangem,
A vida existe ao meu redor
Mas parece que estou isolada.
E está presente a sensação
De que distante de mim há outra alma obscura,
Igualmente isolada.
Parece que hoje os seres da noite não estão perambulando por aí,
Estão apenas observando a vida humana de longe.
E você o que é?
É humano?
É um anjo da escuridão?
E eu o que sou?
Um dia o verei ou só virá visitar meus sonhos?
O que acontecerá?
Quando encontrarei as respostas?

" Ah, se essa chuva lavasse minha alma das angústiascausadas por deprimentes criaturas da minha espécie."
" Maldito mundo de aparências! Há seres deveriam morrer engasgados com seu próprio veneno!"
"Morrerei e não entenderei porque a decadente essência humana insiste em permanecer no mesmo erro."
"Se não temes a morte e não temes a ninguém por que temerias a noite que é melhor guarda teus segredos?"
" O que encantava já não me encanta mais, mas é como se não fosse apenas o meu olhar sobre as coisas que mudou mas os próprios objetos belos estivessem perdendo sua beleza."

domingo, 7 de agosto de 2011

"A saudade pinga gotas de angústia em minha alma ao fazer sentir a tua ausência"

terça-feira, 26 de julho de 2011

Anjo perdido

Anjo? Da escuridão? Da morte?
Ainda que o amanhã nunca chegue, a sensação não é exatamente de tristeza ou ódio,
O céu está escuro, estranhamente escuro,
Como se os primeiros sinais de algo inesperado q se aproxima estivessem se manifestando.
Paraíso? Inferno? Eu não sei.
A melodia traz uma estranha tranquilidade...
Fecho meus olhos, mas o que acontece depois?
Algo vindo da escuridão está ao meu lado.
Da escuridão? Mas não me causa nenhum mal.
Estranho, tudo é estranho...
Olho pela janela e o vento frio não toca meu rosto,
E a mesma música se repete em minha mente,
Objetos quaisquer formam cruzes sem ninguém perceber.
Ele se vai se nem eu saber se estava realmente aqui.
Delírio? Realidade? Inspiração?
Não, ele não é o anjo da morte,
Pelo menos não veio buscar ninguém,
Só estranhamente me observar
Para que? Por quê?
Volto para a janela, então o vento frio toca levemente meu rosto.
E descubro que o anjo da escuridão é humano.
Agora a tristeza chega,
Pois a única alma perturbada como a minha que encontrei,
Como um paradoxo, desapareceu não escuridão.